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STF: Flávio Dino embarga quebra de sigilo de Lulinha aprovada pela CPMI do INSS

  • Jorge Pereira:Jornalista-DRT 0005599/BA - 04/03/2026
                       

𝐌𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐨 𝐅𝐥á𝐯𝐢𝐨 𝐃𝐢𝐧𝐨, 𝐝𝐨 𝐒𝐮𝐩𝐫𝐞𝐦𝐨 𝐓𝐫𝐢𝐛𝐮𝐧𝐚𝐥 𝐅𝐞𝐝𝐞𝐫𝐚𝐥 (𝐒𝐓𝐅), 𝐬𝐮𝐬𝐩𝐞𝐧𝐝𝐞𝐮 𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐛𝐫𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐬𝐢𝐠𝐢𝐥𝐨𝐬 𝐛𝐚𝐧𝐜á𝐫𝐢𝐨 𝐞 𝐟𝐢𝐬𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐅á𝐛𝐢𝐨 𝐋𝐮í𝐬 𝐋𝐮𝐥𝐚 𝐝𝐚 𝐒𝐢𝐥𝐯𝐚, 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 “𝐋𝐮𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚”

Flávio Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha aprovada pela CPMI do INSS

Decisão do STF suspende quebra de sigilo ligada à CPI do INSS envolvendo Lulinha.

🎥 Reprodução/SBT News

Dino suspende quebra de sigilo de empresária e defesa de Lulinha vê brecha

Para defesa de Lulinha, decisão de Dino que suspendeu quebra de sigilo de empresária em CPMI abre brecha para beneficiar filho do presidente

O ministro do STF Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger aprovada pela CPMI do INSS na mesma votação em que também foi quebrado o sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A decisão foi proferida após a empresária ingressar com um mandado de segurança no Supremo. A assessoria de imprensa de Dino ressaltou que a decisão beneficia apenas Roberta, o que a defesa de Lulinha discorda.

À coluna, advogados do filho do presidente Lula dizem entender que a decisão beneficia Lulinha. O argumento é de que Dino suspendeu todo o ato da CPMI, que quebrou os sigilos durante votação em “globo”.

Apos a interpretação de Dino, integrantes da defesa de Lulinha dizem que devem acionar o Supremo nos próximos dias para pedir a extensão da decisão sobre a empresária para o filho do presidente.

“Ante o exposto, concedo em parte a medida liminar para suspender os efeitos do ato impugnado e o cumprimento dos ofícios respectivos ou, subsidiariamente, caso já tenham sido encaminhadas informações, determino o sobrestamento e a preservação sob sigilo pela Presidência do Senado Federal. Não há obstáculo a eventual novo procedimento no âmbito da CPMI, desta feita com análise, debate, motivação e deliberação de modo fundamentado e individualizado. A adoção desses passos e ritos deve ser devidamente registrada em ata, como atendimento do dever constitucional de motivação”, escreveu Dino no despacho.

Texto: Portal Metropoles

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