Por esse motivo, não respondeu a perguntas no hotel onde está hospedada. Candidata diz que fará repouso no período que antecede primeiro turno.

A presidente Dilma Rousseff no hotel onde se
hospedou em São Paulo dois dias antes do primeiro
turno da eleição (Foto: Glauco Araújo / G1)
A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, afirmou nesta sexta-feira (3), em um hotel onde está hospedada em São Paulo, que está com laringite e que fará repouso para resguardar a voz para os últimos dias de campanha do primeiro turno.
“Por orientação do médico, hoje não vou responder perguntas para não forçar a voz […]. Preciso de uma reserva para para hoje, amanhã, domingo e para a campanha que ainda está por vir. Minha voz está começando a acabar. Ainda tenho de enfrentar toda a campanha que vem pela frente. Não vou forçar”, disse Dilma.
Com dificuldade para falar, ela disse que está se tratando para suportar o fim do primeiro turno. “Não estou com dor, não estou tomando remédio porque prefiro um tratamento homeopático.”
Na noite desta quinta, a presidente participou do último debate entre presidenciáveis do primeiro turno, promovido pela TV Globo.
Na tarde desta sexta, ela falou por cerca de dez minutos apenas o que considerou não ter conseguido abordar no debate. “Quero falar de uma questão que infelizmente não foi tratada no debate ontem, mas que julgo de grande importância. O tema é saúde.”
Dilma falou que pretende fazer parceria entre o sistema público e privado de saúde. “Durante a minha campanha eu lancei o programa Mais Especialidades. Esse programa reconhece o fato de que há uma grande demora para se marcar consultas e agendar exames de toda natureza. Vamos articular o sistema público com o sistema privado de saúde. Criar uma rede de centros de consultórios.”
“Quero reforçar a atenção básica com o Mais Médicos, que começamos em agosto do ano passado e hoje cobrimos 50 milhões de brasileiros, garantindo a eles a cobertura no atendimento médico em mais de 3,6 mil municípios. Se conseguimos fazer isso, conseguiremos fazer o Mais Especialidades.”
Dilma falou, também, que o programa Mais Médicos vai formar, até 2017, “mais de 11,5 mil médicos na graduação e mais de 12 mil médicos residentes”. A candidata afirmou que “houve avanços em outros programas na área”, citando o Samu, o Aqui Tem Farmácia Popular, o Brasil Sorridente, o atendimento às pessoas com deficiência. “Tudo é possível de se fazer na saúde, desde que se articule as esferas federal, estadual e municipal.” (Do G1)
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