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Canavieiras: Polícia Civil conclui investigações latrocínio taxista de Camacan

  • Jorge Pereira:Jornalista-MTE 0005599/BA - 23/07/2021

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Nesta quinta-feira, 22 de julho, a Polícia Civil enviou para a Vara Crime da Comarca de Canavieiras o Inquérito Policial que investigava a morte do taxista Alex Cruz Ferreira, de Camacan /BA que foi encontrado morto na cidade de Canavieiras na manhã do dia 15 de dezembro de 2017.

 

A polícia comprovou que no dia 14 de dezembro de 2017, o casal Alisson de Souza Vinhas e  sua esposa I. R. S., saíram da cidade de Porto Seguro e contrataram em Camacan a  corrida até a cidade de Canavieiras onde a I. R. S., possui familiares na zona rural. Também ficou comprovado que o casal já conhecia o taxista e agiram premeditadamente. A intenção era roubar o veículo do taxista executando o mesmo.

De fato ao passarem pela zona rural de Canavieiras fizeram o taxista descer do carro e ele foi executado com vários tiros dentro de um matagal. Ocorreu que o caso ganhou repercussão e com filmagens do casal circulando cidade de Camacan no dia 14 foram disseminadas  através de aplicativos de redes sociais, tendo eles sido identificados quase que imediatamente.

No dia seguinte abandonaram o veículo que havia sido roubado no Distrito de Arraial d’Ajuda/ Porto Seguro/ BA. E foram para o povoado de Itabatan, município de Mucuri/ que faz divisa com ES e MG. Na época o casal foi localizado pela polícia e Alysson morreu em confronto e sua esposa chegou a ser presa. Ambos estavam com identidades falsas e vários pertences da vítima, bem como o revolver utilizado no crime e drogas.

O casal já havia sido preso em Porto Seguro por tráfico de drogas, no mesmo ano e ela conseguiu ser liberada pela Justiça nas duas ocasiões. Em continuidade às investigações a Polícia comprovou que a esposa se contradisse nas declarações prestadas e que tinha pleno conhecimento e participou da execução da vítima.

Após representação da autoridade policial a esposa de Alisson teve sua prisão preventiva decretada e encontra-se foragida.

A pena nesse caso varia de 20 a 30 anos de reclusão. Quem tiver informações do paradeiro poderá fazer denúncias no zap 73/9.9803-9200-SIGILO ABSOLUTO.

DPC Renato Fernandes Ribeiro

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