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MARINA DIZ QUE “PT COLOCOU 12 ANOS, DIRETOR PARA ASSALTAR COFRES DA PETROBRAS”

  • Jorge Pereira:Jornalista-DRT 0005599/BA - 13/09/2014
                       
O Globo

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Terceira presidenciável sabatina pelo GLOBO, Marina Silva (PSB) defendeu suas posições sobre o fim da velha política e da reeleição e rebateu as críticas do PT quanto à suas posições sobre a exploração do pré-sal, reafirmando que vai explorar a camada, mesmo investindo em novas fontes energéticas. Ela disse que esses ataques vem servindo de “cortina de fumaça” para esconder os problemas na área do petróleo, decorrentes do escândalo de corrupção na Petrobras.

– Nós vamos explorar os recursos do pré-sal. Vamos usar o dinheiro que está destinado para a Saúde e Educação para a Saúde e a Educação, e não para a corrupção, como a sociedade tem medo. O que está ameaçando o pré-sal é a corrupção [na Petrobras]. É isso que está ameaçando a exploração do pré-sal. Existe uma cortina de fumaça que foi lançada para desviar o debate. Uma safra que só dá uma vez precisa ser muito bem utilizada, e não drenada – argumentou Marina, entrevistada no Museu de Arte do Rio (MAR).

Depois de falar que “sonhava” que um partido como o PT “que fez a distribuição de renda pudesse se referenciar”, Marina criticou o PT, com uma menção ao escândalo de desvio de recursos das Petrobras.

Não consigo acreditar num partido que coloca por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da Petrobras.

Em outro momento, a ex-senadora comentou os ataques que tem sofrido. Segundo ela, PT e PSDB estão unidos em uma batalha de “Golias contra Davi”. Ela disse que vem sendo vítima, por parte do PSDB “de um trabalho de desconstrução” semelhante ao sofrido por Lula.

– É uma batalha de Golias contra Davi. Dois partidos se uniram temporariamente para fazer essa artilharia pesada. O que eu sinto na sociedade é um movimento, com esperaça de fazer as mudanças. Aécio vem fazendo um trabalho de desconstrução – ressaltou Marina – [O PSDB] vem usando os mesmos elementos usados contra o presidente Lula. Sabe por que é dito isso? Pela minha origem e pela forma como me porto. Eu fiz a escolha pelo debate e não pelo embate.

Na sabatina, a ex-senadora defendeu o fim da reeleição e mandato de cinco anos, bandeira levantada por Aécio Neves (PSDB) na sabatina anterior. Ela afirmou que “quatro anos pode dar crise de abstinência” a quem quer assumir o poder.

– É preciso criar uma nova qualidade para o processo político. Fico imaginando o dia seguinte da população com a presidente Dilma sendo reeleita. Como acordar com tudo igual no dia seguinte? Sem mudança, fica tudo como está. Quatro anos pode dar crise de abstinência a quem quer muito o poder. Vamos dizer que quem vai governar é o povo. Estou dizendo que são quatro anos para fazer o que tem que tem que ser feito.

A candidata disse que pretende enviar a proposta como parte de uma reforma política .

– Eu vou mandar no contexto da reforma política. Não podemos ficar no caso a caso. Consideramos a reforma política “a reforma das reformas”. Nós colocamos alguns pontos para debate, queremos dialogar com as propostas que estão em tramitação – afirmou, garantindo que, apesar da pretensão de aumentar os mandatos para cinco anos, o seu terá quatro porque “não se pode mudar as regras do jogo durante o jogo”. (Do portal benicio)

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