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HOMEM QUE FEZ MULHER REFÉM NO DF ESTAVA EM PRISÃO DOMICILIAR, DIZ POLÍCIA

  • Jorge Pereira:Jornalista-DRT 0005599/BA - 04/11/2014
                       

Ficha dele inclui homicídio, roubo e uso de arma e de entorpecentes. Suspeito trabalhou como contínuo durante cinco anos no Supremo.

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O homem armado com faca que fez uma mulher refém no início da tarde desta terça-feira (4) tem passagens pela polícia por homicídio, tentativa de homicídio, roubo, porte de arma e uso e porte de entorpecentes e estava em prisão domiciliar, informou o delegado da Divisão de Comunicação da Polícia Civil, Paulo Henrique de Almeida. O seqüestrador foi identificado como Robson Martins da Silva. Ele foi autuado por seqüestro qualificado, cuja pena vai de dois a oito anos de prisão.

O suspeito trabalhou por cinco anos como contínuo no Supremo Tribunal Federal (STF), beneficiado por um programa de ressocialização da Vara de Execuções Penais do DF. Ele esteve na Casa entre 2008 e 2013 e deixou o posto porque conseguiu um emprego como motorista em uma loja de materiais de construção.
De acordo com o delegado, Silva disse que fez a mulher refém por determinação de Deus. “[Ele disse] Que Deus conversou com ele e falou para ele invadir o Palácio do Buriti”, afirmou Almeida. “Não podemos afirmar se na ação de hoje se ele fez uso de qualquer entorpecente. Ele disse informalmente que ele tinha tomado um remédio, um tranquilizante”, declarou o delegado.

“Não tenho como saber [se ele estava sob efeito de drogas],mas tudo indica que sim. Pelo o que ele falou, pelo jeito que está falando agora é uma possibilidade. Isso [o caso] surpreendeu a família toda”, disse o advogado Kendrick Xavier.
Silva prestou depoimento na delegacia e foi levado ao Hospital de Base para fazer exames – o sequestrador chegou a desferir alguns golpes de faca contra ele mesmo. Depois, ele seria enviado para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito. Após o exame, ele seria levado para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE).

Policiais militares conseguiram render o homem depois de atingi-lo com balas de borracha e tiros de pistola elétrica. Os negociadores da polícia disseram que ele estava “com as ideias atrapalhadas” e que não ficou claro qual era o objetivo do sequestrador. (Informações do G1)

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