Brasileiro conquistou três medalhas nos Jogos do Rio

Isaquias Queiroz posa com a medalha de prata, ao lado da sua mãe Dilma Clayton de Souza / Estadão / NOPP
Maior atleta brasileiro em uma única edição de Jogos Olímpicos, Isaquias Queiroz deixa o Rio 2016 com duas medalhas de prata e uma de bronze, mas já prometeu, depois de sua última conquista na Lagoa Rodrigo de Freitas – o segundo lugar na canoa dupla (C2) 1000 metros, ao lado de Erlon de Souza -, que irá buscar o ouro inédito para a canoagem em Tóquio 2020.
“Vou buscar o ouro em Tóquio, o atleta sonha com isso. É como meu treinador falou. Não viemos para Olimpíadas pensar em bronze ou prata, mas sim em ganhar o ouro. Lógico que a gente não conseguiu o ouro aqui, mas estamos de parabéns pelo que fizemos”, afirmou.
Isaquias fez história nos Jogos do Rio de Janeiro ao conseguir algo que nenhum brasileiro tinha feito: subir três vezes no pódio em uma edição do megaevento. A primeira medalha veio na terça-feira, prata na canoa individual (C1) 1.000 metros. Depois, o bronze conquistado na C1 200 metros. E, dessa forma, o canoísta superou Afrânio Costa e Guilherme Paraense (Antuérpia 1920), Gustavo Borges (Atlanta 1996) e Cesar Cielo (2008), todos com duas medalhas.
“Esse era meu objetivo. Eu me dediquei junto com o Erlon nas três provas para tentarmos fazer história. Consegui fazer história com a medalha no C1 1000 metros, mas eu queria mais. Não é ganância, e sim força de vontade de querer mostrar o trabalho da canoagem do Brasil ao longo desses seis dias de competição”, destacou.
O sucesso de Isaquias transformou a canoagem em um dos grandes sucessos de público dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Além das arquibancadas montadas na Lagoa Rodrigo de Freitas terem ficado completamente lotadas, os torcedores se aglomeraram nos arredores da região para apoiar o baiano na busca por medalhas.
Eu acho que eu nem esperei muito pela medalha de ouro, minha medalha de ouro foi o público, a torcida. Essa sim foi a maior medalha que eu ganhei, o carinho de ter visto eles cantando o hino nacional. A lagoa estava lotada. Não só aqui (na arquibancada), mas na orla”, disse Isaquias, chamado de “ídolo nacional” por torcedores que tentavam tirar fotos com o mais nova estrela do esporte brasileiro na saída do Estádio da Lagoa.
As três medalhas olímpicas já viraram motivo até de discussão sobre o nome do local onde elas foram conquistadas. Muitos querem mudar o nome da lagoa que é um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Sai Rodrigo de Freitas, entra Isaquias Queiroz.
“Eu estou sabendo (da história de trocar o nome da Lagoa Rodrigo de Freitas). Fico feliz e surpreso, né? Um atleta que nunca tinha medalha em Olimpíada e o pessoal ter esse carinho de querer trocar? Tem que mudar o nome, né? Ou fazer uma mistura”, brincou.
Com o fim de sua participação olímpica, o atleta, de 22 anos, só quer pensar em descansar. “Agora vou poder ir para casa. Eu já combinei: três medalhas, até janeiro. Ele (o técnico espanhol Jesús Morlán) até tinha falado que, com duas medalhas, seria só até novembro. Faltava uma para conseguir até janeiro”, celebrou Isaquias.*O Dia
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