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MAIS DE 10 MIL ACOMPANHAM PARADA GAY EM SALVADOR

  • Jorge Pereira:Jornalista-DRT 0005599/BA - 14/09/2015
                       
Parada Gay reuniu um grande público no Campo Grande - Foto: Adilton Venegeroles | Ag. A TARDE

Parada Gay reuniu um grande público no Campo Grande

Mais de 10 mil pesssoas, segundo estimetaiva da Polícia Militar da Bahia, acompanharam os dez trios da festa da 14ª Parada Gay da Bahia, que aconteceu neste domingo, 13. A abertura oficial do cortejo aconteceu às 15h30, com a execução do hino nacional pela cantora Elaine Fernandes.

A assistente social Helenice Menezes, 61 anos, foi pela primeira vez,  acompanhada da sobrinha, a estudante universitária Milena Menezes, 19 anos. “Adoro esse público”, confessou a tia. “Muitas pessoas acham que a comunidade LGBT não deve ter direitos. Mas precisam ser respeitados. O Estado é laico”, comentou a estudante, referindo-se ao tema de 2015.

Fantasiado de tigre, o paulista Ulisses Reis foi, pela primeira vez, à parada soteropolitana. “A fantasia é uma homenagem à oportunidade de ser selvagem ao menos uma vez no ano”, disse.

A técnica de enfermagem Maria Leonidas levou o filho e a sobrinha para ver a festa. “Se for para ser (homossexual), será. Isso é da pessoa”, disse.

Coletiva

Representantes do governo e dos movimentos sociais se reuniram no foyer do Teatro Castro Alves, durante a manhã, para a coletiva de imprensa da 14ª  Parada Gay da Bahia. O  tema deste ano foi “Respeito por Direito”.

“Em 2014 foram 29 homicídios de LGBTs no estado. É preciso que o poder público esteja conosco nesta luta pelos Direitos Humanos, que é o direito à vida. E gay também vota”, proferiu apresentador do evento.

Para o  presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira, apesar dos avanços, ainda há muito que conquistar. “O fundamental é obter o respeito para que possamos ter uma sociedade mais igualitária”, disse. Cerqueira ressaltou, ainda, que a Parada Gay é um evento “para protestar e celebrar a diversidade”.

“Este é o momento que saímos sem medo de mostrar quem realmente somos. E é também o momento de pedir para que sejamos respeitados como realmente somos”, disse. (A Tarde)

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