A vaga para a final da Copa do Nordeste vai ficar por conta do duelo do próximo sábado, 11, às 16h20, no Barradão. No jogo de ida, na última quarta, 8, o Leão conseguiu segurar o ataque cearense e saiu do Castelão com um empate sem gols com o clube que o eliminou nas últimas duas edições da competição.
Foi suado, mas a defesa soube suportar a pressão e ainda terminou a partida com um jogador a menos, após expulsão do lateral esquerdo Mansur.
Apesar do bom resultado em Fortaleza, é preciso que o Vitória reverta o cenário do duelo de quarta, em que a equipe cearense atacava e o Rubro-Negro apenas se defendia. Se houver novo empate sem gols, ocorrerá disputa de pênaltis. Igualdade com bola na rede, dá Vovô. Quem vencer garante a classificação. A Tarde
Ambos entraram em campo com uma cautela exagerada. Poucos lances, jogadores nervosos e muita tensão. Parecia que as últimas duas eliminações do Vitória para o Ceará mexeram com as duas equipes. A cada jogada, uma reclamação. O meia-atacante Rhayner levou o terceiro cartão amarelo por reclamação e está fora do jogo de sábado.
O primeiro bom momento dos visitantes foi aos 19 minutos. Neto Baiano tocou para Rhayner, que bateu rasteiro. Luiz Carlos realizou boa defesa. Fortemente marcado, o carrasco Magno Alves pouco fez em campo.
Mesmo com mais posse de bola, os cearenses não conseguiram transformar o domínio em chances de gol. O primeiro lance perigoso do Vovô foi aos 26 minutos. Wescley se livrou da marcação e bateu forte. Fernando Miguel desviou para escanteio.
O primeiro tempo ainda teve espaço para um lance polêmico. O auxiliar assinalou um escanteio a favor do Rubro-Negro já nos acréscimos. Os jogadores cearenses reclamaram da marcação, impedindo a cobrança. O árbitro Pablo dos Santos resolveu apitar o final do tempo, impedindo o último lance ofensivo do Vitória. Muita bronca. O técnico do Leão, Claudinei Oliveira, chegou a bater boca com o volante do Ceará, Uillian.
Pressão
O segundo tempo começou com a defesa do Vitória cochilando e Magno Alves livre, leve e solto. Nos primeiros cinco minutos, o atacante do Vovô quase abriu o placar.
Após o susto, o Vitória acordou, mas a única jogada possível era em contra-ataques. Quase fez com a arrancada de Rhayner, que foi parado com falta. Na cobrança, aos 12, Neto Baiano assustou.
A cada minuto que passava, o Vitória recuava mais e o Ceará atacava. Fernando Miguel fez pelo menos três defesas milagrosas. Mansur, que brincou de fazer besteira em toda a partida, fez a última lambança ao tomar o segundo amarelo e ser expulso. Escudero ainda perdeu gol que poderia mudar o destino do jogo.
Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Quando: quarta-feira, 8, às 22h
Árbitro: Pablo dos Santos Alves
Assistentes: Luis Filipe Gonçalves Correa e Roberto da Silva Santos (trio da Paraíba)
Cartões amarelos: Gilvan, Charles e Ricardinho (C); Rhayner e Jorge Wagner (V)
Cartão vermelho: Mansur (V)
Ceará – Luís Carlos, Samuel Xavier (William), Charles, Gilvan e Fernandinho; Sandro Manoel, Uillian Correia (Marinho), Ricardinho e Wescley (Marcos Aurélio); Magno Alves e Assisinho. Técnico: Silas Pereira.
Vitória – Fernando Miguel, Romário (Gabriel Soares), Ednei, Ramon e Mansur; Amaral, Luiz Gustavo (Elton), Jorge Wagner e Vander; Rhayner e Neto Baiano (Escudero). Técnico: Claudinei Oliveira.
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