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ENTERRADO CORPO DO CANDIDATO QUE PASSOU MAL EM TESTE DA PM NA BA

  • Jorge Pereira:Jornalista-DRT 0005599/BA - 24/10/2014
                       
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Enterrado o corpo do estudante de 31 anos que morreu após passar mal no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso da Polícia Militar. O sepultamento de Egberto Oliveira de Jesus ocorreu na tarde desta quinta-feira (23), em Salvador. Um dia antes do teste do estudante, outra candidata já tinha passado mal no exame. Ela está internada no Hospital Santo Antônio e não tem previsão de alta.

O candidato a soldado desmaiou após a prova de 2.400 metros de corrida, sob sol forte. Ele chegou a ser atendido por médicos da Vila Militar e levado em seguida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro de Roma, na Cidade Baixa. A polícia informou que o rapaz deu entrada no hospital com os sinais vitais recuperados mas, algumas horas depois, ele morreu.

De acordo com a unidade de saúde, Egberto Oliveira teve desidratação e arritmia cardíaca. De acordo com a PM, os candidatos têm que apresentar exame médico antes de fazer o teste.

“Os exames médicos, clínicos, todos, de cada candidato, são feitos seguindo sua própria responsabilidade, seus médicos, suas clínicas mas, a PM, num segundo momento, faz a avaliação clínica e a análise de todos os exames apresentados”, disse Coronel Gilson Santiago, diretor de comunicação da PM.

A família de Egberto disse que ele fez um eletrocardiograma antes do TAF. O exame indicou um bloqueio no coração e o estudante chegou a pensar que não seria aprovado. “Tinha que levar esses exames para o médico do coração ver. Ele estava preocupado com esse bloqueio, só que ele falou que o médico olhou e liberou”, relata a irmã de Egberto, Evânia dos Santos. De acordo com o especialista Nivaldo Filgueira, esse bloqueio é uma variação elétrica no coração, que não impede a pessoa de realizar qualquer esforço físico.

Histórico
No dia 16 de dezembro de 2013, quatro militares passaram mal em teste para participação no Curso de Operações Policiais Especais (Copes) e três deles morreram. Eles participavam de uma prova que teria 10 km de corrida.  O curso foi suspenso e foi informado, à época, que o caso era inédito na história da corporação. A suspeita apontada pelo comando da PM foi a de que os policiais tenham feito uso de alguma substância para aumentar a resistência. Informações G1

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