Una News - Responsabilidade com a Notícia - Nosso WhatsApp (73) 99857-0585 Email: unanews@yahoo.com.br
JULIAN-CALCADOS
mercado-uniao-1
espaco-rural-placa-1-1
WhatsApp-Image-2023-07-13-at-11.39.39
escola_coopesul
unafisiombanner-1
CESTAODAECONOMIA
ECOMASTER
clinicavitamed
Cartao-de-visita-para-motorista-particular-simples-preto_20231014_003543_0000
mototaxi-1
GUTIERRE

MARINA NÃO RESPONDE JURIDICAMENTE POR POSSÍVEL USO IRREGULAR DE JATO DE EDUARDO

  • Jorge Pereira:Jornalista-DRT 0005599/BA - 28/08/2014
                       
Imagem Automática abaixo do botão

 

Caso a Justiça Eleitoral seja provocada por conta de um possível uso irregular do jato Cessna Citation pelo ex-candidato à presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, a sua substituta, a presidenciável Marina Silva, não responderá juridicamente pelos atos da coligação encabeçada pelo ex-governador de Pernambuco, que morreu no último dia 13 de julho em um acidente aéreo. A ex-senadora era vice na chapa de Campos.

Na noite desta terça-feira (27), reportagem do Jornal Nacional mostrou que três empresas fantasmas ou sem capacidade financeira foram usadas para pagar a aeronave utilizada por Campos em período eleitoral, avaliada em R$ 16 milhões.

Marina chegou a usar o jatinho em algumas oportunidades para cumprir agenda política ao lado de Campos. No dia do acidente, a nova postulante ao Palácio do Planalto revelou que foi convidada pelo companheiro de chapa a embarcar no avião com destino a Santos, local da queda, mas uma “providência divina” fez com que ela fosse em outro voo.

Mesmo comprovada possíveis irregularidades, como abuso de poder econômico ou prática de caixa 2 na campanha pessebista, juridicamente, a coligação “Unidos pelo Brasil, encabeçada agora por Marina Silva, não corre o risco de ter suas candidaturas indeferidas e, com isso, impossibilite Marina de concorrer ao pleito. Inclusive, conforme apurou reportagem, se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) resolver se debruçar no caso, será a primeira vez que a Corte tratará judicialmente do assunto.

“Quando o candidato morre, a coligação tem que fazer a prestação de contas. Escolhido o substituto, se tem uma nova deliberação, uma nova ata da convenção e um novo pedido de registro de candidatura”, explicou o advogado eleitoralista, Thyeres Novais, em entrevista ao Bocão News, ao defender que uma possível ação de impugnação de candidatura deverá não ser acatada pela Justiça Eleitoral.

No TSE, o deferimento da candidatura de Marina por substituição de candidato ainda aguarda julgamento, apesar de já ter sido registrada, como geração de novo CNPJ e formação de um novo comitê financeiro. O registro de Eduardo Campos já consta com situação de “falecido”. (Bocão News)

 
 

Compartilhe

Atenção:

Aviso: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Una News. É vetada a postagem de conteúdos que violem a lei e/ ou direitos de terceiros. Comentários postados que não respeitem os critérios podem ser removidos sem prévia notificação.

NOTÍCIAS RELACIONADAS