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MORRE O ATOR JOSÉ WILKER, AOS 66 ANOS, VÍTIMA DE UM INFARTO FULMINANTE

  • Jorge Pereira:Jornalista-DRT 0005599/BA - 05/04/2014
                       
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 (Paulo de Araujo/CB/D.A Press )
Morreu na manhã deste sábado (5/4) o ator José Wilker, aos 66 anos. Segundo informações preliminares, Wilker sofreu um infarto fulminante. O ator deixa três filhas.

Ele nasceu em Juazeiro do Norte, Ceará, em 1947. Lá começou sua carreira como locutor de rádio, mas mudou-se para o Rio de Janeiro aos dezenove anos de idade para estudar sociologia na PUC, mas abandonou o curso para se dedicar ao teatro. Foi casado com Guilhermina Guinle e seu último casamento foi com a jornalista Claudia Montenegro.

A última participação do ator em novelas foi em 2013, quando viveu o doutor Hérbet, em “Amor à Vida”, de Walcyr Carrasco. E antes, fez papel marcante no remake de “Gabriela”, de Jorge Amado, em que interpretou o coronel Jesuíno.

Mas seu currículo é extenso, foram 49 filmes em que atuou, e fez participação em 29 novelas, além de dirigir, narrar, apresentar e fazer crítica de cinema. Não há como esquecer, por exemplo, Roque Santeiro, personagem central da trama homônima de Dias Gomes e Aguinaldo Silva (1985); ou Rodrigo, protagonista da novela Anjo Mau (1976). O ator ainda viveu o ex-bicheiro Giovanni Improtta, de Senhora do Destino, em 2004, e fez sucesso com o bordão “felomenal”.

Wilker também será para sempre lembrado por atuar como Antônio Conselheiro, no filme Guerra de Canudos, em 1997. Assim como o Vadinho, em Dona Flor e seus Dois Maridos, em 1976, e o político Tenório Cavalcanti de O Homem da Capa Preta, de 1986. Também foi protagonista da série JK, em que interpretou o próprio presidente Juscelino Kubitschek.

Seu primeiro filme foi em 1965, intitulado A Falecida, com Fernanda Montenegro como protagonista. Em 1970, ganhou o prêmio Molière de Melhor Ator. Também atuou em filmes como Xica da Silva (1976) e Bye Bye, Brasil (1979), os dois de Cacá Diegues.

Como diretor ficou à frente da série humorística de grande sucesso da Globo, Sai de Baixo (1996). E como apresentador e crítico comentava a premiação do Oscar pela emissora de TV.


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