Una News - Responsabilidade com a Notícia - Nosso WhatsApp (73) 9-9872-3086/9-9954-3601 Email: [email protected]
  • Ato Fora Temer, reúne mais de 100 mil pessoas neste domingo em Copacabana

    • Jorge Pereira - 28/05/2017
    Sem presença da repressão policial, ato-show foi pacífico e sem incidentes do começo ao fim. Ilegitimidade de Michel Temer e decisão popular sobre a escolha do sucessor pautaram os discursos.
    temer

    Mesmo com chuva, Copacabana recebeu grande público para o ato-show por ‘Fora, Temer!” e eleições diretas para definir a sucessão

    Cerca de 100 mil pessoas foram à praia de Copacabana, no Rio, neste domingo (28) para participar do ato promovido por artistas e movimentos populares para exigir a saída do presidente Michel Temer e a realização de eleições diretas. A estimativa é dos organizadores.

    A Polícia Militar não divulgou estimativa. O ato-show, que começou por volta das 11h e foi até as 18h30, reuniu intelectuais, músicos, atores, parlamentares, e lideranças sindicais. Destaques para Caetano Veloso, Milton Nascimento, Mano Brown, Rappin’Hood, Milton Nascimento, Mart’nália, Teresa Cristina, Criolo, Cordão da Bola Preta,, Otto, Maria Gadú, BNegão, Elisa Lucinda, os atores Vagner Moura, Gregório Duvivier, Osmar Prado, Antonio Pitanga, Bemvindo Siqueira, dentre outros.

    As apresentações musicais foram intercaladas com discursos que terminavam em coros de “Fora, Temer!” e “Diretas Já”. Sem a presença ostensiva da força policial, o ato transcorreu o tempo todo de forma pacífica e nenhum incidente foi registrado.

    “A gente tem hoje um presidente ilegítimo, impopular e criminoso. E esse Congresso, com maioria investigada por crime de corrupção, não tem moral para eleger um novo presidente, não pode. Só as eleições diretas vão tirar o país desse buraco em que a gente está hoje”, defendeu Gregório Duvivier.

    Cantora, poeta e atriz, Elisa Lucinda fez um pronunciamento em favor do amadurecimento da cidadania e da democracia brasileiras, e dos direitos dos trabalhadores. “Dirão para eu deixar de ser boba, porque desde Cabral todo mundo rouba. Eu digo que não, esse será meu Carnaval, só com o tempo a gente consegue ser ético e livre, e não admito que tentem tirar minha esperança. Não dá para mudar o começo, mas podemos mudar esse final.” *Mais informações RBA

    Compartilhe

    NOTÍCIAS RELACIONADAS